Processamento sensorial
Sensibilidade a som, textura, movimento ou toque, e as crises e recusas que vêm depois. A gente descobre do que o sistema da sua criança precisa e como oferecer isso.
Terapia ocupacional pediátrica para crianças e famílias
Se vestir. Ficar sentado durante o jantar. Aguentar uma sala de aula barulhenta. Quando essas coisas do dia a dia viram uma luta para a sua criança, geralmente existe um motivo, e geralmente existe algo que ajuda. Meu trabalho é encontrar os dois, e te mandar para casa com algo que você consiga usar de verdade.
Agendar conversa gratuita de 15 minutosTelessaúde em Massachusetts, Texas e Flórida. Atendimento domiciliar em Massachusetts. Sessões em português e em inglês.
"A manhã leva uma hora e termina com nós dois chorando."
"A escola diz que ele vai bem nas notas, mas tem alguma coisa que não está funcionando."
"Etiqueta, costura, meia, certas comidas. Eu não sei o que é implicância e o que é problema de verdade."
"Ela desaba em festa de aniversário e eu não consigo prever quando."
"Escrever é uma briga toda noite e eu já não sei mais o que fazer."
"Me disseram para esperar para ver. Eu estou esperando."
Você não precisa de um diagnóstico para começar a conversa. Se o dia parece mais difícil do que deveria para a sua criança, isso já é motivo suficiente para a gente conversar.
A terapia ocupacional pediátrica trabalha as habilidades que compõem o dia a dia.
Sensibilidade a som, textura, movimento ou toque, e as crises e recusas que vêm depois. A gente descobre do que o sistema da sua criança precisa e como oferecer isso.
Reconhecer o que acontece no corpo antes de uma crise, e construir estratégias que a criança consiga usar de verdade na hora.
Preensão, formação das letras, resistência, tesoura, botões e zíper. Habilidades práticas, treinadas de um jeito que não pareça mais dever de casa.
Vestir-se, alimentar-se, usar o banheiro, rotina de sono e banho. As tarefas que definem a manhã e a noite de uma família.
Começar uma tarefa, se manter nela, e passar de uma coisa para outra sem que o dia inteiro desande.
Você está com a sua criança a semana toda. Boa parte do trabalho é te dar estratégias, palavras e pequenas mudanças no ambiente que se sustentem em casa.
Quinze minutos por telefone ou vídeo, sem custo. Você descreve o que está observando, e eu digo com honestidade se a terapia ocupacional é o caminho certo. Às vezes não é, e eu falo. É necessário um encaminhamento do pediatra da criança antes de começar, e eu te explico como pedir.
Um encontro completo, olhando como fatores sensoriais, motores, cognitivos e emocionais afetam a participação da criança no dia a dia. Você recebe um relatório escrito e um plano, não apenas uma pontuação.
Sessões regulares construídas em torno dos objetivos da criança, junto com coisas específicas para experimentar em casa. Na terapia ocupacional, o progresso acontece tanto entre as sessões quanto durante elas.
A gente revê os objetivos com frequência e ajusta. Quando a criança alcança o que a gente combinou, eu digo isso e a gente encerra. Não é para durar para sempre.
Dizer isso com clareza economiza seu tempo e seu dinheiro.
Quinze minutos, sem custo, sem compromisso. Me conte o que você está vendo em casa, e a gente decide junto se este é o próximo passo certo.
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